Inspiro e respiro na Natureza!

O futuro é nosso guia, nossa causa e finalidade.
Somos autopoiéticos¹ e vivemos no Neotropical, nos baseamos no agora, nas relações com o outro e numa ancestralidade mutante e vindoura.
Por isso, essa carta é para você, para escutar o meu manifesto nos próximos 10 anos.
Se sou algo, sou amorfa como os fungos:
Inconformada e sempre movida a inovar.
Se tenho visão, é unificadora e múltipla.
Não me considero artista, designer, cientista, filósofa ou inovadora, mas talvez eu seja tudo isso.
O que é predominante, em mim, é a capacidade de perguntar. Agindo através da lógica com a poiésis.
E me inspiro na natureza para empreender um futuro que é humano e vivo; em mim e em você.
Somos, antes de tudo, seres humanos dispostos a escutar suas necessidades, para germiná-las juntos.
Num futuro vivo, regenerativo e coletivo, onde vamos tomar consciência do que há de mais necessário e positivo para nós e o planeta.
Você vai perceber, tanto quanto eu, que sonhar é realizar um futuro mais justo e harmônico para todos.
E isso é feito por quem consegue imaginar e agir no agora, com a alma sedenta de vida e liberdade para ser exatamente quem é.
Por isso, esta é a minha motivação:
Impulsionar o agora com nossos sonhos, baseados naquilo que nos une, que nos torna vivos e fiéis a nossa humanidade.
Porque sou mesmo inconformada, futurista e sonhadora.
Vivo e ajo no presente para, com você, juntar nossas humanidades e construir um futuro tão vivo e consciente quanto o que podemos sonhar.
E, se você acredita que podemos ter um futuro assim, mais digno no labor, mais criativo e inovador, que dignifique nossas almas a estar aqui nesse tempo e espaço, eu quero te conhecer.
Pois precisamos, como na Natureza, andar em cardumes, em revoadas, em uma tribo que contribui ativamente para melhores dias para Humanidade e o Planeta.

1
Poiesis (grego): é descrita como a capacidade de acessar o invisível, sentir com o coração o que está por vir e agir através da intuição e sensibilidade, contrapondo-se à lógica pura.
Autopoiésis: cunhado em 1972 pelos biólogos chilenos Humberto Maturana e Francisco Varela. Propriedade de um sistema vivo (como uma célula) de produzir e manter a si mesmo, regenerando continuamente seus próprios componentes e mantendo sua organização de forma autônoma.

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